Sentada na Pia

Porque esse poderá ser o último recurso de um pai e uma mãe de primeira viagem na Coreia do Sul…

O eu interior

Mais torta que coqueiro em praia no Rio Grande do Norte…

26/11/2009 Posted by | colcha de retalhos, diário | 6 Comentários

Prá não dizer que não falei das flores

Beatriz começou a bater palminhas! O início foi tímido, trazendo as mãozinhas fechadas uma de encontro à outra. E anteontem ela desembestou a bater palmas! Papai e mamãe corujas batendo palmas juntos, e ela toda pirilampa sabendo que estava fazendo sucesso!

Na hora do filminho, aquela esnobada para a câmera. Não saiu uma mísera palminha. Só a mãe fazendo papel de boba na frente da câmera, e o pai atrás.

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Temos mais um morador na boca da Pequena. Mas, ao contrário da maré, o dente que apareceu foi embaixo. Ela agora tem um tridente. Engraçado!

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E a Filhota ganha seu primeiro diplominha! Terminou na semana passada o curso de iniciação musical – o Music Together. Tá certo que o diploma está cheio de konglishes, mas é só botar as lentes culturais e tudo fica certinho no lugar!

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E, na noite passada, ela dormiu das 9 da noite às 6:30 da manhã. Presentão!

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Quem tem amigos nunca morre pagão.

O meu super-obrigado a Marcela e a Fernanda, amigas fisioterapeutas de plantão, pelas dicas preciosas para desencalacrar o meu espigão a minha coluna. Obrigada de verdade, meninas!

E obrigado a todos que ligaram e escreveram, torcendo pela minha recuperação!

26/11/2009 Posted by | Beatriz, colcha de retalhos | Deixe um comentário

De molho

Há mais de dez anos que eu não travava desta forma. Quem me olha de frente se assusta, porque meu formato está entre um bambu no vendaval e a letra S. Não estou sendo nenhum pouco hiperbólica: estou muito, muito torta.

Comecei um tratamento com um quiroprata aqui perto de casa, e de sobremesa ainda levo várias sessões de reabilitação física. E tudo dói. Dói quando ando, quando sento, quando levanto, quando deito, quando respiro. Não dá prá lavar mais do que dois copos na pia, não dá prá carregar a Beatriz no colo, não dá prá fazer movimentos bruscos. Nada. O problema está crônico, com uma contratura muscular na região lombar e a inflamação do ciático. O quiroprata fez uma avaliação computadorizada do meu caso, e quando vi as fotos e os números, quase caí de costas.

Eu deveria ter dado mais atenção aos sinais que já vinham. Agora é tarde. Preciso de paciência para suportar a dor e esperar que o tratamento comece a surtir efeito.

24/11/2009 Posted by | colcha de retalhos | 8 Comentários

Tudo o que eu não queria…

… era essa crise do nervo ciático.

Beatriz tem uma mamãe que se parece com um ponto de interrogação que anda mal. Então, não tem jeito: leitinho vai ter gosto de Cataflan e Calminex. Djilícia!

22/11/2009 Posted by | colcha de retalhos, diário | 3 Comentários

Bichos escrotos, saiam dos esgotos

– Fu-fu-fu, galagalagalaga…

– Filha, tá com o nariz entupido?

– DÁ-DÁ-DÁ-DÁ-DÁ-DÁ-DÁ-DÁ!

– Ok, também com esse tempo seco e esse resfriado, tudo fica entalado, né? Venha aqui, deixa mamãe tirar o nharoco, como diz seu papai…

– AAAAAAHHHHHHHHHHHHH! DÁ-DÁ-DÁ-DÁ-DÁ-DÁ-DÁ-DÁ! AAAAAAHHHHHHHHHHHHH!

– Pára, filha. Mamãe tá te ajudando. Só mais um pouquinho. Olha que legal o cotonete! Ete-ete-ete-cotonete! Atenção, concentração! Cotonete tá chegando, tchú-tchú-tchú!

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH! BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAÁ!

– Pronto, um já foi.

– BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAÁ!

– Filha, não precisa chorar. Nem doeu. Olha só o nharoco que a mamãe tirou do seu nariz.

– He he he… He he he…

– Viu só? Agora do outro lado. Badabim-badabam-badabum, saiu!

– BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAÁ!

– Eeeeeeeeeh, não foi nada. Olha só o outro, que enorme!

– He he he… He he he…

E, em velocidade dobra dez, ela tira o nharoco da minha mão e põe na boca…

 

20/11/2009 Posted by | Beatriz, diário | 6 Comentários

Amarelinho

Amarelinho é um finado restaurantezinho por quilo que ficava perto da GM lá em São Caetano, e era uma das opções honestas para fugir do bandejão da empresa. Era também o refúgio da mulherada em dieta. Destas, o prato às vezes não passava de 150 gramas. Era aquele matagal de salada escondendo um filézinho pálido de frango anabolizado.

Me lembrei disso porque há dias me dei conta do quanto a Beatriz come. É uma média de 200 gramas por refeição. Veja bem, eu disse MÉDIA. No café da manhã e no jantar – os momentos-troglô da Beatriz – ela chega a comer 250 gramas de comida. E não é pratinho de dieta, não. É sopa gororobenta, cheia de tudo o que se possa imaginar, bombando de proteínas e carboidratos. E ainda depois rói umas bolachas de arroz, e maçã ou banana.

Infelizmente não temos uma profusão de frutas por aqui. Alguns legumes também não existem, o que acaba provocando um certo marasmo nos cardápios bebezais. E começo a inventar, usando a bebê-gerimum como cobaia. Essas invenções requerem uma novena rezada enquanto se cozinha, porque eu procuro seguir à risca as proibições alimentares antes de um ano: nada de leite de vaca, trigo, alimentos com glúten, sal, açúcar, mel e clara de ovo. Improvisation process mode on.

Na semana passada, fiz muffins de milho e fubá. No domingo, coxinha de frango assada. O pai provou e aprovou os quitutes. Já a bebê-gerimum… Aprovar o gosto ela aprovou, mas qualquer consistência diferente de papa ou mingau provoca as melhores caretas de vômito que a gente já viu!

17/11/2009 Posted by | Beatriz, diário, Então... | 6 Comentários

Como detonar um relógio em 3 etapas…

01-etapa

Etapa 1

02-etapa

Etapa 2

03-etapa

Etapa 3

11/11/2009 Posted by | Beatriz, Então..., fotinhas | 6 Comentários

Halloween em Woodstock

Modelito da Beatriz direto de Woodstock 1969:

Janis quem, mamãe?

Janis quem, mamãe?

03/11/2009 Posted by | Beatriz, fotinhas | 4 Comentários